Arquivo para a categoria 'Homem'

08
Nov
08

Como Você Pode?

Quando era um filhote, eu o distraia com minhas travessuras e o fazia rir.

Você me chamava de sua criança e, apesar de um certo número de sapatos mascados e um par de almofadas destruídas, eu me tornei sua melhor amiga.

Sempre que eu fazia algo errado, você chacoalhava seu dedo para mim e dizia: “Como você pôde” – mas depois você se arrependia e me rolava no chão para me coçar a barriga.

Meu treinamento demorou um pouco mais do que o esperado porque você estava ocupado demais, mas, juntos, nós conseguimos dar um jeito…

Eu me lembro daquelas noites em que me aninhava a você na cama e ouvia suas confidências e sonhos secretos – e acreditava que a vida não poderia ser mais perfeita.

A gente fazia longos passeios e corridas no parque, andava de carro, e parava para um sorvete (eu ganhava só a casquinha porque “sorvete não faz bem para cães” você dizia) e eu tirava longos cochilos ao sol enquanto aguardava sua volta para casa ao final do dia.

Aos poucos você passou a gastar mais tempo no trabalho e com sua carreira e levava mais tempo procurando por uma companheira humana.

Eu esperei por você pacientemente, confortei-o em suas mágoas e desilusões, nunca o repreendi por suas escolhas ruins, e vibrei de alegria nas suas vindas para casa e quando você se apaixonou…

Ela, agora sua esposa, não é uma “apreciadora de cães” – ainda assim eu a recebi em nossa casa, tentei mostrar-lhe afeição, e a obedeci. Sentia-me feliz porque você estava feliz.

Então vieram os bebês humanos e eu reparti com você o entusiasmo. Eu estava fascinada por seus tons rosados, seu cheiro, e queria muito cuidar deles também. Mas ela e você tinham medo de que eu pudesse machucá-los, e eu passei a maior parte do tempo sendo banida para outra sala, ou para a casinha de cachorro..

Oh, como eu queria tê-los amado, mas eu me tornei uma “prisioneira do amor.”

À medida que foram crescendo, me tornei amiga deles. Eles se agarravam ao meu pêlo e se levantavam sobre perninhas trôpegas, enfiavam os dedos em meus olhos, examinavam minhas orelhas, e davam beijos em meu nariz. Eu adorava tudo isso, e o toque de suas mãozinhas – porque o seu toque agora era tão raro – e eu os teria defendido com minha própria vida, se fosse preciso.

Eu me esgueirava para suas camas e escutava suas inquietações e sonhos secretos, e juntos esperávamos pelo barulho de seu carro no caminho.

Houve um tempo, quando alguém perguntava se você tinha cachorro, em que você tirava uma foto minha de sua carteira e contava histórias sobre mim. Nos últimos anos você apenas respondia “sim” e mudava de assunto.

Eu passei de “seu cão” para “apenas um cachorro” e você reclamava de cada gasto que tinha comigo.

Agora você tem uma nova oportunidade de carreira em outra cidade , e vocês irão se mudar para um apartamento onde não permitem animais. Você tomou a decisão acertada para sua “família”, mas houve um tempo em que eu era sua única família.

Fiquei excitada com o passeio de carro até que chegamos ao abrigo de animais. O local tinha cheiro de gatos e cães, de medo, de desesperança. Você preencheu a papelada e disse “Sei que vocês encontrarão um bom lar para ela”… Eles deram de ombros e lançaram a você um olhar compadecido. Eles compreendem a realidade que espera um cão de meia idade, mesmo um com “papéis”.

Você teve que desgarrar os dedos de seu filho de minha coleira enquanto ele gritava “Não, papai! Por favor, não deixe que levem meu cão!”. E eu me preocupei por ele, e com a lição que você tinha acabado de lhe dar sobre amizade e lealdade, sobre amor e responsabilidade, e sobre respeito por todo tipo de vida.

Você deu um afago de adeus em minha cabeça, evitou meu olhar e, polidamente, recusou levar minha coleira e guia com você. Você tinha um tempo-limite para encarar e agora eu também tenho um.

Depois que você partiu as duas simpáticas senhoras que o atenderam comentaram que você provavelmente soube meses atrás da mudança que ocorreria e não fez nenhuma tentativa de encontrar um novo lar para mim.

Elas sacudiram a cabeça e disseram “Como você pôde?”.

Elas são tão atenciosas para nós aqui no abrigo quanto seus ocupados horários permitem. Elas nos alimentam, é claro, mas eu perdi meu apetite dias atrás. De início, sempre que alguém passava pelo meu alojamento, eu corria para a frente, na esperança de que fosse você – que você tivesse mudado de idéia – que isto fosse tudo um sonho mau…. ou eu esperava que ao menos fosse alguém que se importasse, alguém que pudesse me salvar.

Quando percebi que não poderia competir com os alegres filhotes, inconscientes de seus próprios destinos, nas brincadeiras para chamar atenção, afastei-me para um canto distante, e aguardei.

Ouvi seus passos quando ela veio até mim ao final do dia, e a segui ao longo do corredor para uma sala separada. Uma sala deliciosamente silenciosa. Ela me colocou sobre a mesa, acariciou minhas orelhas, e disse-me para eu não me preocupar. Meu coração se acelerou na expectativa do que estava para vir, mas havia também uma sensação de alívio. A prisioneira do amor havia esgotado seus dias.

Como é de minha natureza, estava mais preocupada com ela. O fardo que ela carrega é demasiado pesado, e eu sei disso, da mesma maneira que conhecia cada um de seus humores. Ela gentilmente colocou um torniquete em volta de minha perna dianteira, enquanto uma lágrima corria por sua face. Lambi sua mão do mesmo modo como costumava fazer para confortar você há tantos anos.

Ela habilmente espetou a agulha hipodérmica em minha veia. Quando senti a picada e o líquido frio se espalhou através de meu corpo, deitei a cabeça sonolenta, olhei dentro de seus olhos gentis e murmurei “Como você pôde?”.

Talvez por ter entendido meu linguajar canino, ela disse “Sinto tanto!”, abraçou-me e apressadamente explicou que era seu trabalho fazer com que eu fosse para um lugar melhor onde não seria ignorada, ou maltratada ou abandonada, nem ter que me virar para sobreviver – um lugar de amor e luz, tão diferente deste lugar terrestre.

E com minha última gota de energia tentei transmitir -lhe com uma sacudidela de minha cauda que meu “Como você pôde?” não era dirigido a ela.

Era em você, Meu Amado Dono, que eu estava pensando. Pensarei em você e esperarei por você eternamente.

Possa alguém em sua vida continuar a demonstrar-lhe tanta lealdade.

Autoria: Jim Willis

Tradução: Cida Lellis

22
Jul
08

Sonho de consumo MASCULINO

29
Set
07

Tu e Eu – Luís Fernando Veríssimo

Somos diferentes, tu e eu.
Tens forma e graça
e a sabedoria de só saber crescer
até dar pé.
E não sei onde quero chegar
e só sirvo para uma coisa
- que não sei qual é!
És de outra pipa
e eu de um cripto.
Tu, lipa
Eu, calipto.

Gostas de um som tempestade
roque lenha
muito heavy
Prefiro o barroco italiano
e dos alemães
o mais leve.
És vidrada no Lobão
eu sou mais albônico.
Tu,fão.
Eu,fônico.

És suculenta
e selvagem
como uma fruta do trópico
Eu já sequei
e me resignei
como um socialista utópico.
Tu não tens nada de mim
eu não tenho nada teu.
Tu,piniquim.
Eu,ropeu.

Gostas daquelas festas
que começam mal e terminam pior.
Gosto de graves rituais
em que sou pertinente
e, ao mesmo tempo, o prior.
Tu és um corpo e eu um vulto,
és uma miss, eu um místico.
Tu,multo.
Eu,carístico.

És colorida,
um pouco aérea,
e só pensas em ti.
Sou meio cinzento,
algo rasteiro,
e só penso em Pi.
Somos cada um de um pano
uma sã e o outro insano.
Tu,cano.
Eu,clidiano.

Dizes na cara
o que te vem a cabeça
com coragem e ânimo.
Hesito entre duas palavras,
escolho uma terceira
e no fim digo o sinônimo.
Tu não temes o engano
enquanto eu cismo.
Tu,tano.
Eu,femismo.

27
Set
07

Os Homens Desejam As Mulheres Que Não Existem

Está na moda – muitas mulheres ficam em acrobáticas posições ginecológicas para raspar os pêlos pubianos nos salões de beleza. Ficam penduradas em paus-de-arara e, depois, saem felizes com apenas um canteirinho de cabelos, como um jardinzinho estreito, a vereda indicativa de um desejo inofensivo e não mais as agressivas florestas que podem nos assustar. Parecem uns bigodinhos verticais que (oh, céus!…) me fazem pensar em… Hitler.

Silicone, pêlos dourados, bumbuns malhados, tudo para agradar aos consumidores do mercado sexual. Olho as revistas povoadas de mulheres lindas… e sinto uma leve depressão, me sinto mais só, diante de tanta oferta impossível. Vejo que no Brasil o feminismo se vulgarizou numa liberdade de “objetos”, produziu mulheres livres como coisas, livres como produtos perfeitos para o prazer. A concorrência é grande para um mercado com poucos consumidores, pois há muito mais mulher que homens na praça (e-mails indignados virão…) Talvez este artigo seja moralista, talvez as uvas da inveja estejam verdes, mas eu olho as revistas de mulher nua e só vejo paisagens; não vejo pessoas com defeitos, medos. Só vejo meninas oferecendo a doçura total, todas competindo no mercado, em contorções eróticas desesperadas porque não têm mais o que mostrar. Nunca as mulheres foram tão nuas no Brasil; já expuseram o corpo todo, mucosas, vagina, ânus.

O que falta? Órgãos internos? Que querem essas mulheres? Querem acabar com nossos lares? Querem nos humilhar com sua beleza inconquistável? Muitas têm boquinhas tímidas, algumas sugerem um susto de virgens, outras fazem cara de zangadas, ferozes gatas, mas todas nos olham dentro dos olhos como se dissessem: “Venham… eu estou sempre pronta, sempre alegre, sempre excitada, eu independo de carícias, de romance!…”

Sugerem uma mistura de menina com vampira, de doçura com loucura e todas ostentam uma falsa tesão devoradora. Elas querem dinheiro, claro, marido, lugar social, respeito, mas posam como imaginam que os homens as querem.

Ostentam um desejo que não têm e posam como se fossem apenas corpos sem vida interior, de modo a não incomodar com chateações os homens que as consomem.

A pessoa delas não tem mais um corpo; o corpo é que tem uma pessoa, frágil, tênue, morando dentro dele.

Mas, que nos prometem essas mulheres virtuais? Um orgasmo infinito? Elas figuram ser odaliscas de um paraíso de mercado, último andar de uma torre que os homens atingiriam depois de suas Ferraris, seus Armanis, ouros e sucesso; elas são o coroamento de um narcisismo yuppie, são as 11 mil virgens de um paraíso para executivos. E o problema continua: como abordar mulheres que parecem paisagens?

Outro dia vi a modelo Daniela Cicarelli na TV. Vocês já viram essa moça? É a coisa mais linda do mundo, tem uma esfuziante simpatia, risonha, democrática, perfeita, a imensa boca rósea, os “olhos de esmeralda nadando em leite” (quem escreveu isso?), cabelos de ouro seco, seios bíblicos, como uma imensa flor de prazeres. Olho-a de minha solidão e me pergunto: “Onde está a Daniela no meio desses tesouros perfeitos? Onde está ela?” Ela deve ficar perplexa diante da própria beleza, aprisionada em seu destino de sedutora, talvez até com um vago ciúme de seu próprio corpo. Daniela é tão linda que tenho vontade de dizer: “Seja feia…”

Queremos percorrer as mulheres virtuais, visitá-las, mas, como conversar com elas? Com quem? Onde estão elas? Tanta oferta sexual me angustia, me dá a certeza de que nosso sexo é programado por outros, por indústrias masturbatórias, nos provocando desejo para me vender satisfação. É pela dificuldade de realizar esse sonho masculino que essas moças existem, realmente. Elas existem, para além do limbo gráfico das revistas. O contato com elas revela meninas inseguras, ou doces, espertas ou bobas mas, se elas pudessem expressar seus reais desejos, não estariam nas revistas sexy, pois não há mercado para mulheres amando maridos, cozinhando felizes, aspirando por namoros ternos. Nas revistas, são tão perfeitas que parecem dispensar parceiros, estão tão nuas que parecem namoradas de si mesmas. Mas, na verdade, elas querem amar e ser amadas, embora tenham de ralar nos haréns virtuais inventados pelos machos. Elas têm de fingir que não são reais, pois ninguém quer ser real hoje em dia – foi uma decepção quando a Tiazinha se revelou ótima dona de casa na Casa dos Artistas, limpando tudo numa faxina compulsiva.

Infelizmente, é impossível tê-las, porque, na tecnologia da gostosura, elas se artificializam cada vez mais, como carros de luxo se aperfeiçoando a cada ano. A cada mutação erótica, elas ficam mais inatingíveis no mundo real. Por isso, com a crise econômica, o grande sucesso são as meninas belas e saradas, enchendo os sites eróticos da internet ou nas saunas relax for men, essa réplica moderna dos haréns árabes. Essas lindas mulheres são pagas para não existir, pagas para serem um sonho impalpável, pagas para serem uma ilusão. Vi um anúncio de boneca inflável que sintetizava o desejo impossível do homem de mercado: ter mulheres que não existam… O anúncio tinha o slogan em baixo: “She needs no food nor stupid conversation.” Essa é a utopia masculina: satisfação plena sem sofrimento ou realidade.

A democracia de massas, mesclada ao subdesenvolvimento cultural, parece “libertar” as mulheres. Ilusão à toa. A “libertação da mulher” numa sociedade ignorante como a nossa deu nisso: superobjetos se pensando livres, mas aprisionadas numa exterioridade corporal que apenas esconde pobres meninas famintas de amor e dinheiro. A liberdade de mercado produziu um estranho e falso “mercado da liberdade”. É isso aí. E ao fechar este texto, me assalta a dúvida: estou sendo hipócrita e com inveja do erotismo do século 21? Será que fui apenas barrado do baile?

25
Set
07

Ler devia ser proibido – Guiomar de Grammon

Pensando a respeito eu acho que ler devia ser proibido.
Nada contra quem lê, mas de certas coisas não se duvida e ler não é nada bom.
A leitura nos torna incapazes de suportar a realidade.
A leitura tira o homem de sua vida pacata e o transporta a lugares nada convencionais,pra uma criança o perigo é ainda maior porque ela pode crescer inconformada com os problemas do mundo e querer até mudá-lo.
Dá pra imaginar?E tem outra coisa, ler pode estimular a criatividade e você não quer uma criancinha bancando geniozinho por aí, quer?
Além disso, a leitura pode tornar o homem mais consciente, e ia ser uma confusão de todo mundo resolvesse exigir o que merece.
Nada de vagar pelos caminhos da imaginação simplesmente porque leu um bom livro.
A quem diga que ler engrandece, mas eu não conheço um caso sequer.
Quer um conselho? Silêncio.
Ler só serve aos sonhadores e sua vida não é uma brincadeira.
Cuidado, ler pode tornar as pessoas perigosamente mais humanas.

20
Set
07

Paulo Coelho

Quem tentar possuir uma flor, verá sua beleza murchando.
Mas quem apenas olhar uma flor num campo, permanecerá para sempre com ela.
Você nunca será minha e por isso terei você para sempre.

20
Set
07

Ela X Ele

Ela sofria; ele nem ligava.
Ela chorava; ele sorria.
Ela falava; ele não ouvia.
Ele mentia; ela acreditava.
Ela o esperava; ele não voltava.
Ela queria coisa sérria; ele só queria se divertir.
Ela sorria pra ele; ele ria dela.
Ela acreditava em tudo que ele dizia; ele dizia o mesmo para as outras.
Ela queria pra sempre; ele só por um momento.
Ela se entregava; ele evitava.
Ela falava: eu te amo; ele apenas sorria.
Ela ficava por conteúdo; ele ficava por quantidade.
Ela procurava o príncipe; ele procurava a próxima.
Ela queria-o; ele queria uma.
Ele descobriu que ela era a única; ela descobriu que ele era só mais um.

19
Set
07

Nickelback – If Everyone Cared (tradução)

Se Todos Se ImportassemDebaixo das árvores, nós olhamos o céu
Confundindo estrelas com satélites
Eu nunca sonhei que você seria minha
Mas aqui estamos nós, aqui esta noite
Cantando amém, estou vivo
Cantando amém, estou vivo

[chorus]
Se todos se importassem e ninguém chorasse
Se todos amassem, e ninguém mentisse
Se todos compartilhassem e engolissem seu orgulho
Nós veríamos o dia que ninguém morreria

E eu estou cantando

Amém, eu estou vivo
Amém, eu estou vivo

E no ar, os vaga-lumes
E sua única luz no paraíso
Nós mostraremos ao mundo que ele estava errado
E ensinaremos todos a cantar conosco

Cantando amém, eu estou vivo
Cantando amém eu estou vivo

[chorus (x2)]

E como nós nos encontramos abaixo das estrelas..
Nós percebemos o quão pequeno nós somos
E se eles pudessem amar como eu e você
Imagine como o mundo poderia ser

Se todos se importassem e ninguém chorasse
Se todos amassem, e ninguém mentisse
Se todos compartilhassem e engolissem seu orgulho
Nós veríamos o dia que ninguém morreria

Nós veríamos o dia, nós veríamos o dia
Quando ninguém morreria

18
Set
07

Novo insulfilme para carros!

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Muito bem bolado hahahahahha

Imagina a cara das pessoas vendo isso =D

05
Set
07

Pit Bull – Tobinho


Photo: Meu filhote Tobinho… Ele não é lindo? Um absurdo o que esta acontecendo aqui no Brasil… Colocando a culpa dos erros das pessoas em um indefesso animal… Assim é mais facil colocar a culpa em quem não pode se defender!

“CHEGARÁ O DIA QUE O HOMEM CONHECERÁ O ÍNTIMO DE UM ANIMAL, NESSE DIA O CRIME CONTRA UM ANIMAL SERÁ CONSIDERADO UM CRIME CONTRA A PRÓPRIA HUMANIDADE” (Leonardo da Vinci)

Duvido que os humanos um dia percebam o erro que cometem com os animais!
A humanidade é um erro aqui na terra!
Matamos por prazer, maltratamos por prazer enquanto os animais não.
Eles fazem isso pra defender seu espaço, pra se alimentar, pra sobreviver!

http://br.youtube.com/watch?v=_ynuCufsUvY


Meu vesguinho lindo!!!



Charutinho!



Meu mendiguinho =}



Ele amou essa caixa. Não queria sair dela! hahahahah Lindo d +



Eu posso com uma coisa dessa! Ele me mata de rir hahahahah! Minha coisa gostosa!




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  • =/ pq por mais q a gnt esteja preparada pra tudo... a gnt smp se surpreende... 5 days ago
  • não tenho juízo nem sei me cuidar, mas relaxa eu tenho sorte!... e hj... forrozinho básico la no remelexo ;} 6 days ago